domingo, 14 de agosto de 2011

vermes no cérebro


A noite passo acordado,

Meu cerebro parece estar sendo devorado

Ja beijei dezenas de vezes uma foto fria

Assisti um video engraçado

Tudo antes amavel

Agora parece pertubador...

O Deus do vento abandonou seu templo

E aos fieis deixou

Vinho e cigarros

Minha pele alva se torno negra

Cada fio de cabelo um espinho que me faz sangrar

Meus sentidos

Estão alterados

É estranho

Por que sinto o cheiro do papel queimado constamente dentro de meu quarto

Eu não sentia antes

Até dizer a alguns instanstes que meus sonhos de papel foram queimados

Deram um cheque mate no amor

E todo sabor se desfez

Numa fria incensatez

Não existem mais flores no campo

Nem belezas no horizonte

O vento levou tudo

Arrastou os sonhos

Destruiu as casas...

Já não sei o que sou...

Talvez o alvo laparo...

Talvez um NADA...

Ouço o vento sussurrar A_M_O_R

Eu respondo pra ele L_A_G_R_I_M_A_S

Agora estou aqui diante da tela branca

E nada mais parece importar...

E aquele menino dentro de mim

Chora

E as lagrimas escorrem pelo meu rosto

Como navalhas se esvaem em meu corpo...

Não há sentido quando a dor...

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